Essa é uma daquelas muitas histórias que, quando paramos pra pensar, a conclusão é: "meu Deus, era pra ser só uma brincadeira!". Só que certas brincadeiras se tornam maravilhosamente sérias. É o caso de uma banda chamada EASY ROCKERS.Em 2008, entre as muitas amizades virtuais que eu cultivava no Orkut, uma em especial me chamou a atenção: um baterista do Rio de Janeiro que criou uma certa empatia comigo por ambos termos dificiências físicas semelhantes. Era sempre aquele papo vem, papo vai, a respeito de música, desafios, obstáculos... aquelas velhas questões que quando um deficiente conversa com outro é quase impossível que não sejam levantadas.
A coisa toda foi seguindo dessa forma. Até que um belo dia, recebi o seguinte recado desse meu amigo: "to indo passar uma temporada em São Paulo!"
Opa, agora tudo havia mudado! Sempre tinhamos papos meio que "viagem na maionese" da possibilidade de um dia, a gente fazer um som juntos. Em junho de 2008, essa possibilidade se tornou bem real.
De qualquer forma, não podiamos esquecer do fato que morávamos em cidades diferentes, bem distante uma da outra. A possibilidade de um trabalho contínuo era um tanto quanto vago, mas a partir do momento que esse meu amigo passasse uma temporada em terras paulistanas, nada impediria de gente fazer "um barulho" juntos. Então, tratei de conversar com alguns amigos pra garantir a nossa festa.
Nessa época o ALLIED FORCES estava, digamos, "na geladeira" sem um rumo definido. Dessa forma, resolvi conversar com o Zé Luiz, guitarrista dessa banda, sobre a nossa dita festinha. Ele achou bem legal a iniciativa e topou participar.

A gente ainda precisava de um baixista. Foi então que decidi falar com meu brother dos tempos de ASILO 70, Edu J. que também topou participar.
Nessa época o ALLIED FORCES estava, digamos, "na geladeira" sem um rumo definido. Dessa forma, resolvi conversar com o Zé Luiz, guitarrista dessa banda, sobre a nossa dita festinha. Ele achou bem legal a iniciativa e topou participar.
Bom, com a banda montada, virei pro meu amigo carioca e disse: "pode vir, a banda tá montada". Mas havia mais um problema. E era um senhor problemão
Em virtude das limitações de locomoção do nosso amigo baterista, seria um problemão o deslocamento dele dentro de São Paulo. Do local do ensaio, até aonde ele ficaria hospedado. Foi aí que entrou uma das figuras mais marcantes da história dos EASY ROCKERS e de outras empreitadas: o nome do cara é Sérgio Big.
O Sérjão, como a galera costuma a chamá-lo, foi um sujeito que conheci em 2007, durante os eventos das comunidades da Kiss FM dos quais o ALLIED FORCES tocou. Eu não sei porque, mas acabei criando uma certa empatia com esse cara, e tenho certeza que ele vai reclamar até dizer chega por eu citá-lo aqui, mas quem disse que eu ligo pra isso?
Eu sei que o Sérgio, dentro daquele jeito brincalhão dele, sempre foi alguém que demonstrou ter um coração imenso, apesar de ser o tiozinho mais horrível que já conheci. Ele tem um dom que, infelizmente, poucos tem: o de abraçar uma causa não por interesse, mas por acreditar que aquilo podia trazer algo de bom pras pessoas.
Junto com o Sérgio, veio uma das mulheres mais extraordinárias que já conheci: a Val, sua esposa. Ela que se tornou responsável pelo meu figurino. O look que eu adoto nos shows até hoje (chapéu e óculos escuros) foi idéia dela. Aliás, a família Andrade será motivo de um post todo especial desse blog em breve.
Eu não tinha mais ninguém a quem recorrer e havia o risco do meu amigo vir do Rio pra cá e nem ir aos ensaios em virtude de não conseguir se deslocar até estúdio, por causa da sua limitação física. Foi então que pedi ajuda ao Sérgio.... e ele topou ajudar.
De quebra, o Sérgio deu a seguinte sugestão: "meu filho toca teclado, você sabe, né? De repente,
ele poderia fazer uma jam com vocês". A minha resposta foi: "se teu filho topar, beleza. Vamos fazer a Perfect Stranger do Purple com ele".
O filho tecladista do Sérjão era o J.P. que eu já havia visto tocar na LOCHNESS quando essa banda participava dos eventos e festivais das comunidades da Kiss FM, junto com a ALLIED FORCES. O ciclo já tava fechado, ou quase.
Ainda faltava o lugar pra nossa festa. O Sérgio sugeriu que usássemos o THE WALL pra nossa apresentação. Entramos em contato com o Wallace, dono do THE WALL e conseguimos uma data sugestiva pro nosso show: 13 de julho, dia mundial do Rock.
Em virtude das limitações de locomoção do nosso amigo baterista, seria um problemão o deslocamento dele dentro de São Paulo. Do local do ensaio, até aonde ele ficaria hospedado. Foi aí que entrou uma das figuras mais marcantes da história dos EASY ROCKERS e de outras empreitadas: o nome do cara é Sérgio Big.Eu sei que o Sérgio, dentro daquele jeito brincalhão dele, sempre foi alguém que demonstrou ter um coração imenso, apesar de ser o tiozinho mais horrível que já conheci. Ele tem um dom que, infelizmente, poucos tem: o de abraçar uma causa não por interesse, mas por acreditar que aquilo podia trazer algo de bom pras pessoas.
Junto com o Sérgio, veio uma das mulheres mais extraordinárias que já conheci: a Val, sua esposa. Ela que se tornou responsável pelo meu figurino. O look que eu adoto nos shows até hoje (chapéu e óculos escuros) foi idéia dela. Aliás, a família Andrade será motivo de um post todo especial desse blog em breve.
Eu não tinha mais ninguém a quem recorrer e havia o risco do meu amigo vir do Rio pra cá e nem ir aos ensaios em virtude de não conseguir se deslocar até estúdio, por causa da sua limitação física. Foi então que pedi ajuda ao Sérgio.... e ele topou ajudar.
De quebra, o Sérgio deu a seguinte sugestão: "meu filho toca teclado, você sabe, né? De repente,
ele poderia fazer uma jam com vocês". A minha resposta foi: "se teu filho topar, beleza. Vamos fazer a Perfect Stranger do Purple com ele".O filho tecladista do Sérjão era o J.P. que eu já havia visto tocar na LOCHNESS quando essa banda participava dos eventos e festivais das comunidades da Kiss FM, junto com a ALLIED FORCES. O ciclo já tava fechado, ou quase.
Ainda faltava o lugar pra nossa festa. O Sérgio sugeriu que usássemos o THE WALL pra nossa apresentação. Entramos em contato com o Wallace, dono do THE WALL e conseguimos uma data sugestiva pro nosso show: 13 de julho, dia mundial do Rock.
Foi desse ponto em diante que começamos a perceber que o que estávamos pra fazer, passaria muito longe de uma mera brincadeira entre amigos. Era algo com uma mensagem mais forte.
Dentro de uma mesma banda, havia dois integrantes com algum tipo de deficiência e que um deles viria do Rio de Janeiro pra fazer um show, apesar das suas limitações. Era como se as pessoas vissem esse evento como algo em que se pudesse acreditar que tudo era possível, que bastava você querer fazer algo de sua vida pra que se tornasse real.
Fora que na minha concepção, o evento ressaltava que havia deficientes atuando profissionalmente, e com muita competência, em todas as áreas possíveis. Inclusive, na área musical.
Foi seguindo esse raciocínio que tive contato com o trabalho de um power-trio que ao ouvir sua demo, me tornei fã: Os Classic Mutleys.
Assumindo o contra-baixo dos Mutleys estava André Fontanelli que possuia um raciocínio muito parecido com o meu.
Assumindo o contra-baixo dos Mutleys estava André Fontanelli que possuia um raciocínio muito parecido com o meu.
Lembram da história do menos blá, blá, blá e mais ação pra mudar a cabeça da sociedade, frente a realidade dos deficientes? Pois é, a gente tava pra agir. E em grande estílo utilizando o Rock And Roll como principal ferramenta. E assim foi naquele memorável 13 de julho de 2008.
Bom, estávamos a anunciar nosso show Internet à fora e foi nesse clima que marcamos o
primeiro ensaio. Pra abrilhantar mais a festa, convidei Gilda Bellini, uma das minhas melhores alunas, pra fazer uma Jam numa música chamada Rock Steady da cantora Bonnie Raitt.
Quando a tropa toda chegou pro nosso primeiro ensaio... olha, na boa, parecia uma baita festa. Não me lembro de ter feito algum ensaio parecido.
Bom, estávamos a anunciar nosso show Internet à fora e foi nesse clima que marcamos o
primeiro ensaio. Pra abrilhantar mais a festa, convidei Gilda Bellini, uma das minhas melhores alunas, pra fazer uma Jam numa música chamada Rock Steady da cantora Bonnie Raitt.Quando a tropa toda chegou pro nosso primeiro ensaio... olha, na boa, parecia uma baita festa. Não me lembro de ter feito algum ensaio parecido.
Algumas pessoas estavam tão curiosas em ouvir o como que a banda soaria, que muitos dos nossos amigos estavam no estúdio pra nos prestigiar desde o primeiro ensaio. Isso sem falar na Kica de Castro registrando cada momento em fotografia. Cada música que tocávamos era seguida de um aplauso entusiasmado. E isso era só o começo.
Quando o J.P. chegou no estúdio, tratou de montar seu teclado. Mas ele não ensaiou só a Perfect Stranger, como também outros sons do nosso repertório que fez todos se perguntarem: "caramba, ma ele vai fazer só uma música? Chama o cara pra ser parte da banda!". Quem já viu o J.P. tocando na noite entende bem o por quê que resolvemos transformá-lo num integrante fixo dos EASY ROCKERS.
Quando o J.P. chegou no estúdio, tratou de montar seu teclado. Mas ele não ensaiou só a Perfect Stranger, como também outros sons do nosso repertório que fez todos se perguntarem: "caramba, ma ele vai fazer só uma música? Chama o cara pra ser parte da banda!". Quem já viu o J.P. tocando na noite entende bem o por quê que resolvemos transformá-lo num integrante fixo dos EASY ROCKERS.
O tempo foi passando e foi chegando a data do tão esperado show. O THE WALL simplesmente encheu aquele dia. Todos celebrando a vida e o bom e velho Rock And Roll, com direito à presença do Titio Marco Antonio, locutor do Alternativa Kiss, da Kiss FM.
Primeiro houve uma apresentação antológica dos Classic Mutleys que culminou com nossa apresentação levando o público ao delírio. O recado havia sido dado em alto e bom som: não importa se você é deficiente, ou não. O que importa é a sua competência e ponto final!
A mensagem havia sido passada e todos entenderam, o que era mais importante. Porém, a história não termina aqui.
Após a partida do nosso amigo carioca, ao que tudo indicava, a banda teria apenas um show no currículo. Todos estavam convictos que o ideal era cada um seguir o seu projeto, sem contar com a longevidade dos EASY ROCKERS.
A mensagem havia sido passada e todos entenderam, o que era mais importante. Porém, a história não termina aqui.
Após a partida do nosso amigo carioca, ao que tudo indicava, a banda teria apenas um show no currículo. Todos estavam convictos que o ideal era cada um seguir o seu projeto, sem contar com a longevidade dos EASY ROCKERS.
Nós chegamos à essa conclusão em virtude dos atritos que haviam surgido entre nós e o nosso baterista. Muito do direcionamento que ele queria dar, principalmente na questão financeira, nós não concordávamos. Afinal, banda nenhuma, no seu início, ganha altas fortunas. Sempre acreditamos que uma banda é uma democracia. Já o nosso amigo acreditava em algo mais imposto, inclusive no que se diz respeito ao público e dinheiro.
É como eu sempre dizia na época: EASY ROCKERS eram apenas um pretexto pra que um grupo de pessoas se reunissem de vez em quando pra se confraternizar e dar boas risadas celebrando a amizade e tendo como pano de fundo, o bom e velho Rock And Roll.
Eu preciso de dinheiro pra me manter, e acredito que boa parte das pessoas que estão lendo meu blog nesse exato momento também precisam, mas não achei justo transformar os EASY ROCKERS em algo que transformaríamos tantas pessoas que abraçaram nossa causa, numa mera estatística que visa apenas a grana da bilheteria do show.
Esse fato, aliado à uma série de outras exigências tais como patrocínio pra uma bateria completa top de linha e estadia em local com acessibilidade perfeita, nos fez trocar de baterista. O que mais achei interessante é que sempre dei os "meus pulos" pra tocar e frequentar locais sem acessibilidade adequada. Pra isso, podemos sempre contar com a ajuda de grandes amigos. Mas cada cabeça, uma sentença.
Claro que sei que o ideal é que vivessemos num mundo onde a sociedade respeitasse o acesso adaptado pra pessoa com deficiência. Eu não sou nenhum lunático pra não ter essa noção
Só que acho que até na hora de se mudar o atual status quo, você precisa se mexer. É muito fácil exigir mudanças no mundo querendo que o mesmo gire em sua volta, sem querer dar sua colaboração, né? No meu caso, por exemplo, sempre acreditei que o carinho e respeito que sempre recebi do público que me acompanha, já fossem motivos mais que suficientes pra eu encarar uma escadaria, ou rampa colocada num angulo totalmente inacessível.
O Sérjão havia filmado quase todo o nosso show do dia 13 de julho e montou um DVD que, por um acaso, caiu nas mãos do pessoal da Kiss FM. O resultado foi que nós fomos convidados pra participar do KISS CLUB, programa capitaneado pela locutora Rosângela Alves e tem como objetivo, a gravação e transmissão de shows de bandas de Classic Rock.
Apesar da imensa satisfação em receber tal convite, tínhamos um problema: estávamos sem baterista.
Nosso amigo do Rio de Janeiro foi convidado. Afinal, ele ainda era da banda na época. Só que vocês lembram das exigências, dificuldades, etc, etc, etc? Pois é, foi nessa fase da história da banda que a coisa ficou insustentável. Mas íamos fazer o show mesmo assim.
A princípio, Box seria só um baterista substituto. Mas sua competência, aliada a um espírito muito mais Rock And Roll (pra quem não sabe, o Rock é uma grande fraternidade. Entenderam o que é espírito Rock And Roll?), fizeram com que ele se tornasse nosso baterista fixo.
Nosso primeiro KISS CLUB em outubro foi seguido pelo segundo em dezembro. A transmissão do nosso show pela Kiss FM se tornou mais um DVD e um CD demo.
As pessoas começavam a dar demonstrações de carinho e admiração pelo nosso trabalho. Uma das demonstrações mais marcantes foi um ensaio fotográfico feita pela Kica de Castro, com a modelo Daiane Lopes usando uma Babylook da banda. Foi desse ensaio que saiu a antológica foto que se tornou capa do nosso DVD.

Nos nossos shows havia a Kica registrando tudo em fotografia. Havia sempre algum locutor da Kiss FM na platéia (alguns deles, como o Ricci e o Rodrigo Branco, chegaram a descotecar em alguns de nossos shows). Havia a banda CLASSIC MUTLEYS dividindo o palco com a gente, assim como a Gildinha que foi nossa backing vocal durante vários shows. Isso sem falar na Val, esposa do Sérgio, que me ajudava com meu figurino. E havia o público mais fiel do mundo, como eu nunca havia visto antes.
Assim foi nos show entre os anos de 2008 e 2009. Porém, questões ligadas aos compromissos pessoais e profissionais de cada integrante impossibilitaram a continuação dos EASY ROCKERS. Houve a possibilidade de fazermos um último show no dia 18 de abril de 2010, o que não aconteceu. Em seu lugar, tocou a banda ALKIMIA que logo será citada nesse blog.
Mesmo assim, os EASY ROCKERS deixaram sua marca. Essa banda foi uma indicação de que o que move o Rock And Roll vai muito além da fama, glória ou dinheiro. Tem muito mais a ver com amor e empatia daqueles que acreditam na música como um instrumento pra propagar boas vibrações. E em matéria de boas vibrações, essa banda foi única.
As pessoas começavam a dar demonstrações de carinho e admiração pelo nosso trabalho. Uma das demonstrações mais marcantes foi um ensaio fotográfico feita pela Kica de Castro, com a modelo Daiane Lopes usando uma Babylook da banda. Foi desse ensaio que saiu a antológica foto que se tornou capa do nosso DVD.

Nos nossos shows havia a Kica registrando tudo em fotografia. Havia sempre algum locutor da Kiss FM na platéia (alguns deles, como o Ricci e o Rodrigo Branco, chegaram a descotecar em alguns de nossos shows). Havia a banda CLASSIC MUTLEYS dividindo o palco com a gente, assim como a Gildinha que foi nossa backing vocal durante vários shows. Isso sem falar na Val, esposa do Sérgio, que me ajudava com meu figurino. E havia o público mais fiel do mundo, como eu nunca havia visto antes.
Assim foi nos show entre os anos de 2008 e 2009. Porém, questões ligadas aos compromissos pessoais e profissionais de cada integrante impossibilitaram a continuação dos EASY ROCKERS. Houve a possibilidade de fazermos um último show no dia 18 de abril de 2010, o que não aconteceu. Em seu lugar, tocou a banda ALKIMIA que logo será citada nesse blog.
Mesmo assim, os EASY ROCKERS deixaram sua marca. Essa banda foi uma indicação de que o que move o Rock And Roll vai muito além da fama, glória ou dinheiro. Tem muito mais a ver com amor e empatia daqueles que acreditam na música como um instrumento pra propagar boas vibrações. E em matéria de boas vibrações, essa banda foi única.

Recordar é viver, né? Não estava presente no antológico show, mas vi vááárias apresentações da Easy Rockers - uma banda que vai deixar saudade!
ResponderExcluirO mais importante em toda essa história é o que iniciou o movimento pela concretização do projeto. Tenho a foto inesquecível do Dudé, com o Túlio e meu filho Lucas. Uma das mais belas fotos do meu filhote, aliás, pois está junto com pessoas que são um ótimo exemplo e força pra ele, principalmente você, Dudé!
Quanta rasgação de seda....kkkk Apenas a pura verdade.
Se eu continuar escrevendo vai sair um post maior que o do autor, hehe...mas não posso deixar de comentar mais 2 coisinhas.
1- Ô coisa complicada ter uma banda apenas por curtição hj em dia! A Lochness, que acompanho de muuuuito perto, sofre há tempos com isso...
2- A família Andrade! Tão queridos por tanta gente....e ajudando sempre, sem interesse, com paciência e carinho por todos! Sem comentários.
Dudé, passa lá no meu blog também, vou cobrar! Bjos!
E eu vou dizer o que dos Easy Rockers?! Sou extremamente suspeito pra falar!!! hehe
ResponderExcluirSem ficar "babando ovo" vou dizer virei fã de todos os integrantes sem excessão! Músicos extremamente competentes e que me fizeram ficar de "boca aberta" várias vezes com as surpresas que aprontavam!!!
E mais uma vez tenho a honra de ser citado pelo Dudé nesse blog!
Eu particularmente só tenho agradecimentos a fazer ao Dudé e à Easy Rockers com quem tive a honra de dividir o palco várias vezes...
Aliás esse show de 13 de julho de 2008 foi surreal, realizei com a Classic Mutleys o sonho de subir no palco do The Wall, lugar que frequentei muito como espectador!!!
A Classic Mutleys havia voltado à ativa já fazia mais de um ano, mas depois do convite pra dividir o palco com a Easy Rockers parece que as histórias de ambas as bandas se misturaram... inclusive na hora da banda entrar um pouco na geladeira...hehehe!
Boa sorte pro Dudé e pra todos os Easy Rockes... espero que uma hora dessas, a banda se reuna novamente!!!
Enquanto isso que venha a Alkimia!... e minha nova banda que logo estará por aí... quem sabe dividindo o palco com meu grande brother Dudé de novo!!!
Agora chega né?!!!! chega de blá, blá, blá... eu quero é ROCK!!!
Abrasssssss
André Fontanelli
Rê, seu depoimento sempre será bem-vindo aqui e com certeza, você tem liberdade de escrever sempre textos quilométricos...rsrs.
ResponderExcluirUma coisa que você falou é verdade: como é complicado ter uma banda direcionada apenas pelo prazer de tocar. E a pior parte, que as pessoas não entendem direito, é que o Rock And Roll se resume nisso: prazer em tocar e subir no palco.
E eu tenho a impressão que ainda vou ver o Lucas em cima do palco, apontando o dedo pra mim dizendo: "se hoje estou aqui é porque o culpado é ele!"...kkkkkkkkkkkkkkkkk.
Que Deus abençoe muito a sua família.
GRAAAAANDE ANDRÉ
ResponderExcluirEu que não tenho palavras pra dizer o quanto te agradeço por tantas parcerias.
Muitos dos eventos cidados nesse post foram um grande sucesso graças à participação dos Classic Mutleys abrindo os nossos shows.
Agora, que venham os novos projeto. O Rock And Roll não pára nunca!
ABRAÇÃO
OIE DUDÉ TDO BEM?
ResponderExcluirBOM AINDA NAO CONHEÇO A BANDA, MAS SEI Q É MARAVILHOSA , AINDA MAIS COM O MEU MIGO COMO INTEGRANTE SEMPRE BATALHANDO LUTANDO..E BRILHANDOOOOO...DUDÉ CONTINUE SEMPRE ASSIM..AH ADOREI SEI BLOG..NAO TERMINEI DE LER..MAS ESTOU ADORANDO AS COISAS QUE ESCREVE E ESCREVEU...QUANDO TIVER UM SHOW DA SUA BANDA ME AVISA HEIN....BEIJOS TE ADORO
Dude, olha eu aqui !!!!!!!!! Mais sucesso pra banda, vcs são ótimos e ainda vou assistir um show hein..bju enorme
ResponderExcluirPatita
PATY E BRUNA
ResponderExcluirEu que agradeço por vocês postarem seus depoimentos aqui.
E espero mesmo poder ve-las em um dos meus shows.
Muito obrigado pelo carinho e pelo apoio.